PORTUGAL DESPORTIVO
Decorria o minuto 4:48 do segundo período, quando José Maria, pai de Marta, atleta do Lousada, «galgou» a protecção da piscina e atirou o juiz gondomarense para a água, logo após a marcação do quinto golo das felgueirenses (5-1).O jogo terminou e o agressor pôs-se em fuga, percebendo que a polícia tinha sido chamada ao local.
José Andrade já tinha estado, na época passada, em foco pela negativa. Na bancada da Piscina de Lousada, este indivíduo atirou com um sapato ao árbitro da partida.
Amélia Fonseca, gestora do Lousada Século XXI, lamenta o sucedido: “São atitudes que condeno. Ainda não sei bem o que vamos fazer. Há uma coisa que me choca, imaginar o que passou o árbitro, quando este era o seu primeiro jogo”.
Bom, vamos lá ver... se este era o primeiro jogo do arbitro, podemos chamar a esta atitude do Sr. Zé Maria, baptismo de jogo.
Condenavel é sim, a tentativa na época passada, de intoxicação do arbitro. Mas por outro lado, atirar com um sapato a um arbitro é a forma de informar o juiz desta prova, que no fim do jogo não vai dar corda aos sapatos, assumindo assim as suas responsabilidades.
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